quinta-feira, 27 de março de 2014

Vídeos sobre á água ideal,Descubra agora qual é a água ideal!

Boa Tarde,
Hoje estou postando vídeos sobre água ideal!
Vale apena assestir!!
Indicado pelo melhores médicos do Brasil!
Nosso filtro é o único filtro no Brasil capaz de dar todas as propriedades a água!


No tratamento da água, o cloro (entenda a diferença entre gás cloro e cloreto) reage com a matéria orgânica de bactérias, vírus e protozoários, destruindo-os. Quando é distribuída água para a população, é necessário garantir que não haja bactérias, vírus e protozoários na água. A presença de tais organismos poderia provocar a morte ou problemas de saúde para milhões de pessoas. O cloro, portanto, é um veneno para organismos mais simples e é extremamente eficaz. Entretanto, o cloro também é extremamente tóxico para seres humanos e outros organismos vivos, pois produzem trihalometanos, que são organoclorados (a mistura de matéria orgânica com cloro).

Câncer de Mama
No início da década de 90, estudos realizados em Connecticut1, Nova York2, Long Island3 e na Finlândia4 revelaram que a concentração de organoclorados na gordura ou sangue de mulheres com Câncer de Mama era 50% maior que em mulheres sem câncer de mama. Sabe-se que existem alguns tipos de câncer de mama que tem receptores de estrogênio. Como muitos organoclorados mimetizam estrogênio ou outros hormônios surgiu a hipótese de que nas pacientes com câncer de mama e receptor de estrogênio positivo, os níveis sanguíneos de  organoclorados fossem maiores. Foi então realizado um estudo que demonstrou que mulheres com câncer de mama e receptor de estrogênio positivo apresentavam três vezes mais organoclorados no sangue do que mulheres sem câncer de mama. Além disso, as mulheres que apresentavam os níveis sanguíneos mais altos apresentavam um risco nove vezes maior de ter câncer de mama do que a população em geral5.

Câncer do Sistema Imunológico
O tipo mais comum de câncer do sistema imunológico é o linfoma. Ele é divido em linfoma Hodgkin e não Hodgkin. Após esse é a leucemia e o menos comum é o mieloma múltiplo. Já se encontrou relação da presença de organoclorados com todos estes tipos de câncer, principalmente linfoma não Hodgkin e mieloma múltiplo. Em um estudo foi visto que um nível alto de um organoclorado aumentou em 4,5 vezes o risco de linfoma não Hodgkin quando comparados com pessoas com baixo nível deste organoclorado6.
Por isto considero que não existem níveis seguros de exposição a organoclorados.
Na nossa sociedade moderna, nós despejamos o esgoto no mesmo lugar que depois precisamos coletar água para beber. Com isto surgiram e se espalharam doenças infectocontagiosas. Uma alternativa barata e eficaz para matar muitos micro-organismos foi colocar gás cloro ou relacionados químicos, tais como dióxido de cloro, hipoclorito de sódio e cloramina. A primeira vez que foi realizada a cloração foi em Nova Jersey e foi tão efetivo que rapidamente se espalhou para outras cidades do mundo inteiro, já que reduziu dramaticamente a incidência de febre tifoide e outras doenças infectocontagiosas. Naquela época ninguém poderia imaginar os problemas de saúde que isto iria acarretar.
Apenas em 1974 descobriu-se que a cloração da água não é tão pura assim. Foram identificados centenas de subprodutos organoclorados, os mais estudados são os trihalometanos, clorofórmio, bromodiclorometano e ácido cloroacético7.
O benefício da cloração, entretanto, ainda é muito grande, pois sem ele milhões de pessoas estariam sendo infectadas e muitas delas morrendo em função de doenças infectocontagiosas. Além disso, retirar o cloro é simples e relativamente barato.
Para retirar o cloro e seus derivados da água antes de beber é necessário usar um carvão ativado de boa qualidade. O Inmetro inclusive dá nota para os filtros existentes no mercado. A melhor nota é C1 que retira mais que 75% do cloro da água. Ainda existe a classificação C2 e C3, que retira menor quantidade de cloro. Eu considero retirar 75% do cloro muito pouco e recomendo o Ionizador Acqua Live, que tem retirado mais que 98% do cloro, mesmo após 6 meses de uso. Além disso, o filtro transforma a água da torneira em uma água alcalina, antioxidante, que é considerada a água ideal.
Algumas pessoas acreditam que não estão expostas ao cloro em função de não tomar água da torneira ou por terem um filtro que retira o cloro. A maior exposição ao cloro, entretanto, ocorre na hora do banho. Quando um chuveiro com água aquecida é ligado, os organoclorados na forma de trihalometanos evaporam, são absorvidos pela via respiratória e através da pele. Através de estudos se viu que um banho aumenta muito mais os níveis de organoclorados no sangue do que ingerir água clorada.
Portanto, todas as pessoas que tomam banho com água da rede pública obrigatoriamente precisam usar um filtro para chuveiro. Infelizmente o carvão ativado faz uma filtragem muito lenta e não consegue dar vazão ao banho. Por causa disto recomendo o Filtro Acqua Shower com a Tecnologia Acqualloy que através de uma corrente elétrica transforma os organoclorados, trihalometanos e gás cloro em sais de cloreto, inofensivos para nós.
Usando o Ionizador Acqua Live para consumir água e o Filtro Acqua Shower para banho você estará livre dos nocivos efeitos dos organoclorados da água tratada com cloro.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Água ideal,água e sua escolha certa!

Saiba os motivos para esse reconhecimento

O tema água cada vez mais vem sendo discutido pela sociedade, por vários motivos e sob diversos enfoques. Um deles é que a água é o principal nutriente para o nosso corpo. Um ser humano pode ficar dias sem comer, porém não sobrevive muito tempo sem água. A pergunta que se faz é que tipo de águaestamos bebendo? A grande maioria dos filtros de água do mercado faz apenas purificação, em maior ou menor grau. No entanto, a água considerada ideal para nosso consumo deve possuir outras características que vão muito além da simples purificação. A água ideal deve ser aquela encontrada na natureza sem interferência do homem. Deve ser alcalina, ionizada, com boa condutibilidade elétrica, com baixa tensão superficial e rica em minerais.
img-alpes2Em algumas regiões do mundo, como nos Alpes Suiços e Italianos, a Água Alcalina Ionizada é encontrada na natureza. Nestas regiões as pessoas tem muito mais disposição e vitalidade. Idosos sobem e descem montanhas com naturalidade.
70aguaÉ importante lembrar que nosso corpo é formado por 70% de água, 20% de matéria orgânica e 10% de minerais. A qualidade da água é de extrema importância para a nossa saúde. Infelizmente, nos dias atuais temos acesso apenas à água de baixa qualidade ou contaminada. Isto está contribuindo para o aumento de doenças no mundo inteiro.
Especialistas com mais de 15 anos de estudos em água, desenvolveram o Filtro Ionizador Acqua Live. Com tecnologia brasileira, o Acqualive tem certificação máxima em termos de purificação e entrega para o seu consumidor Água Alcalina e Ionizada, sendo totalmente voltado para saúde eprevenção de doenças. Ele tem sido recomendado por médicos, nutricionistas e outros profissionais da área da saúde, já que disponibiliza esta água considerada ideal, ou seja, Alcalina, Ionizada e Rica em Minerais, um energético natural e saudável.
A ETERNA JUVENTUDE
A prova da possibilidade dessa realidade nos foi transmitida pelo resultado da observação do fisiologista francês Dr. Alexis Carrel, que conseguiu manter com vida, por 28 anos (!), uma cultura de células cardíacas de um embrião de galinha. E como? Conservando-as banhadas em um fluido ligeiramente alcalino.
Conclui-se, pois, que se a ?eterna? juventude celular depende basicamente da adequada alcalinização dos líquidos ao seu redor, qualquer atitude mental, alimento ou o que quer que seja que gere resíduos ácidos ou radicais livres, tem que ser reconhecido e tratado como o verdadeiro vilão, que é, do envelhecimento.
ÁCIDO x ALCALINO
Quando optamos pela preservação, prevenção e revitalização da saúde física, equilíbrio emocional e potência mental com o objetivo de usufruirmos o máximo da nossa condição humana, é fundamental que nos conscientizemos de que, por mais impossível que possa parecer, tudo isso depende, diretamente, da qualidade de vida de nossas células – a qual, por sua vez, reflete a diferença do potencial de hidrogênio (pH) entre os líquidos intra e extra celulares.
Classifica-se como alcalina qualquer substância composta por moléculas que tenham excesso de elétrons (em relação aos prótons), ou qualquer movimento físico, atitude mental e emoção/sentimento cujo resultado metabólico disponibilize um superávit de elétrons, armazenados no organismo como resíduos alcalinos.
Ácidos são todos os compostos com excesso de prótons, ou ainda qualquer coisa absorvida ou vivenciada que traga um excedente de carga elétrica positiva (sempre carente de estabilidade) para o organismo. Por exemplo, a origem das reações oxidantes promovidas pelos radicais livres, que resultam na proliferação de resíduos ácidos.
A VIDA CELULAR
A qualidade de vida de uma célula está diretamente relacionada à diferença de potencial entre os líquidos intra e extracelulares. É essa diferença que faz com que a célula pulse, viva! O líquido interno precisa conservar uma carga ligeiramente positiva, isto é, com o pH ácido. O líquido extracelular, no qual a célula está mergulhada, por outro lado, tem que ser mantido negativamente polarizado, isto é, com o pH ligeiramente alcalino.
Qualquer diminuição na diferença entre as cargas bioelétricas desses dois líquidos refletir-se-á na desaceleração da pulsação celular. E células desvitalizadas são sinônimo de células envelhecidas. O mecanismo mais comum para que isso ocorra
é a acidificação dos líquidos extracelulares, que variam rapidamente de acordo com o que acabamos de ingerir. Açúcar e farinha branca, frituras em óleos ranços, alimentos ?aditivados? pelo progresso industrial, bebidas gasosas etc., enfim, tudo aquilo que já conhecemos como alimentos de natureza bioestática e biocida, são os grandes protagonistas desse quadro onde as células mortas, igualmente acidificantes, só tendem a acelerar ainda mais o processo do envelhecimento. Pelo tempo que esse ciclo vicioso estiver em vigor, o organismo manter-se-á sob padrões de degenerescência orgânica.
MINERAIS & EMOÇÕES
Os minerais são os mais potentes ionizadores dos nossos líquidos corpóreos, onde funcionam como marca-passos para a manutenção da pulsação celular.
Cálcio, zinco, ferro, magnésio, sódio, potássio e manganês são fortes alcalinizantes e atuam como elementos energizantes e neutralizadores, com uma boa carga negativa pronta a ser liberada.
Fósforo, súlfur (enxofre), cloro, iodo, bromo, flúor, cobre e sílica são poderosos acidificantes, com excesso de íons positivos indispensáveis à otimização dos líquidos da saliva bucal, do ácido clorídrico estomacal, do ácido docosahexaenóico (DHA) cerebral etc., assim como para o perfeito desempenho das funções dos líquidos intra-celulares.
Semelhantes aos minerais, as emoções, os sentimentos, a agilização ou quietude mental ou física, também têm potencial para alcalinizar ou acidificar partes do organismo em questão de frações de segundos.
Os problemas aparecem quando entramos na ciranda da simpaticotonia, que sempre funciona nos dois sentidos, do estresse tendendo a acidificar o sangue, e da acidificação do sangue gerando o estresse. As glândulas, hipersensíveis às variações do pH, estão sempre espelhando as variações iônicas por meio da liberação de hormônios que, por sua vez, condicionam o humor, as emoções, os sentimentos etc., que dão o tom à vida, voltando a interagir com o próprio campo eletromagnético que os gerou.
Um organismo acidificado tende a manifestar sentimentos, emoções e reações ?ácidas?. O estresse, a raiva, a inveja, a ansiedade, o ciúme, os julgamentos, os exercícios extenuantes, as competições, o calor, a secura etc., também induzem à acidificação do organismo em questão de segundos. Do mesmo modo, é comum ao organismo devidamente alcalinizado compartilhar freqüências, sentimentos e emoções prazerosos, enquanto que um estado meditativo ou de oração, a vivência do amor, do bem, do belo, da verdade, do prazer, da compaixão, do yoga, do frio, da umidade etc., são ?alimentos? de grande potencial alcalinizante.
O ÁCIDO CLORÍDRICO
O ácido clorídrico (HCl) é o único ácido forte produzido pelo próprio organismo em condições normais. Protagonista número um do início de uma boa digestão, é por meio da sua propriedade extremamente corrosiva que o bolo alimentar recebe o seu último cozimento, no qual qualquer microorganismo é extinto e qualquer incompatibilidade alimentar é equalizada. Se ele falhar, todo o processo digestivo fica comprometido. Apesar de se dizer que a partir dos 25 anos o ácido clorídrico começa a enfraquecer, sua deficiência já está sendo detectada em inúmeros indivíduos mais jovens, muito provavelmente em decorrência da qualidade da alimentação moderna. Todos os outros ácidos encontrados no organismo são frutos do metabolismo do que ingerimos (alimentos, fumo, drogas, medicamentos etc.), do estresse (muscular, emocional, mental etc.) ou ainda da energia que nos é transmitida do meio ambiente (zonas geopáticas, radiação, poluição etc.).
SISTEMAS TAMPÃO
Para que o pH do sangue seja mantido dentro dos seus limites, contamos com inúmeros sistemas de proteção conhecidos como sistemas tampão – mecanismo pelo qual o organismo consegue absorver ou neutralizar os resíduos ácidos que a corrente sangüínea não tem mais condição de acumular, e que os pulmões ou os rins, por incapacidade ou sobrecarga, encontram-se sem condições de eliminar.
Quando utilizamos os tecidos conjuntivos como ?esponjas metabólicas?, o lixo ácido é acumulado ao nível do colágeno. E se esse padrão não for interrompido, a estrutura coloidal dos tecidos tende a se transformar num gel cada vez mais espesso, que acaba se solidificando e provocando deformações estruturais.
Para neutralizar uma acidez do pH sangüíneo, o organismo tende a utilizar-se do fosfato de cálcio sob a forma mineral da hidroxiapatite, poderoso alcalinizante que estocamos em abundância nos ossos. Este, quando em meio ácido, se dissolve rapidamente e deságua na corrente sangüínea até que o pH do sangue volte ao normal. Assim, em detrimento da densidade óssea, a possibilidade de um colapso metabólico é neutralizada.
Pelo que acaba de ser exposto, e pelo que ainda virá a ser dito, urge que seja amplamente divulgada, como um serviço educacional de saúde pública, a informação de que a acidez da corrente sangüínea com todas as suas conseqüências patológicas não é castigo de Deus, nem tampouco um jogo de sorte ou azar. Ela é simplesmente o reflexo da qualidade dos alimentos ingeridos, da interrelação do organismo com o meio ambiente que freqüenta e das atitudes mentais geradas pelo Ser.
A ACIDIFICAÇÃO DO ORGANISMO
Rins e pulmões são os mais importantes portais de eliminação do lixo ácido. Os ácidos voláteis ou fracos, oriundos do metabolismo das proteínas de origem vegetal, são mais fáceis de serem normalmente eliminados pelos pulmões. Entretanto, a eliminação dos ácidos fortes, derivados do metabolismo das proteínas animais e elementos químicos, é restringida pelas limitações dos rins.
Desde que os ácidos sejam passíveis de ser naturalmente eliminados, a boa saúde do organismo não está ameaçada. Mas, se começamos a somar a ausência de vitaminas e sais minerais, dos quais depende a eficácia das enzimas digestivas e do ácido clorídrico, ao excesso de consumo de proteínas, logo começaremos a viver nos limites do perigo. E se a esse quadro adicionarmos uma corrente sangüínea constantemente sobrecarregada de resíduos ácidos, e mais rins e pulmões inadimplentes, aí sim, passamos a conviver com processos de degenerescência gritantes.
No caso de um excesso de proteínas animais vir a acionar o sistema tampão dos tecidos conjuntivos, os resíduos ácidos resultantes do seu metabolismo irão se fixar ao nível do colágeno, proteína responsável pela sustentação, respiração, nutrição e hidratação de todas as células e tecidos do corpo. E aí aguardarão até que a corrente sangüínea volte a se alcalinizar, ao trocar seu processo de acidificação diurna, resultante dos mecanismos de assimilação e estocagem, pelo de eliminação e revitalização noturna, para alcançarem os rins e serem eliminados.
Apesar de ser fácil e bastante comum a medição do pH da urina e da saliva, o resultado desses exames nos revela unicamente a quantidade do lixo ácido flutuante naquele determinado momento. Por isso, é comum que pessoas que sofrem dos mais diferentes tipos de dor ou mal estar recebam laudos laboratoriais atestando um estado de saúde perfeito ou quase perfeito.
Na ausência de uma metodologia científica adequada, só dispomos de uma lista de sintomas já relacionados ao excesso de acidez, além de também podermos ter certeza da sua presença sempre que temos febre, uma dor ou uma inflamação localizada.
PATOLOGIAS E DISFUNÇÕES ÁCIDAS
As origens das patologias e dos desequilíbrios abaixo relacionadas podem ser múltiplas, porém todos apresentam como denominador comum um alto grau de acidez.
Acne
Alergia
Artrite
Asma cardíaca
Bronquite crônica
Cãibra
Cáries
Diabetes
Disfunções hepato-vesiculares
Disfunções renais e urinárias
Dores musculares
Eczemas secos
Enxaquecas
Espasmos
Estado de espírito agitado
Exaustão
Fadiga matinal
Fibromialgia
Fome excessiva
Fraqueza
Gases
Gases
Gastrite
Gengivite
Gota
Hiperglicemia diabética
Hipertireoidismo
Infecções em geral
Infertilidade
Inflamação péptica
Leucemia
Leucorréia
Língua carregada de mucos
(principalmente na parte posterior)
Lombalgia
Mãos úmidas e frias
Mau hálito
Mau humor
Osteoporose
Paradontose
Pele grossa
(principalmente no rosto)
Perturbação do apetite
Perturbação do sono
(principalmente entre
1 e 3 horas da manhã)
Prisão de Ventre
Problemas articulares
Problemas cardiovasculares
Problemas da menopausa
Problemas de concentração
Problemas de gravidez
Problemas de memória
Problemas de microcirculação
(hipotenia)
Problemas nos músculos,
tendões e ligamentos
Queda de cabelos
Raiva
Reumatismo
Sensação de estômago cheio
Síndrome do pânico
Suores excessivos
Tensão pré-menstrual
Tensões musculares
Transpiração nos pés
Úlceras gástricas e duodenais.
ALIMENTOS ACIDIFICANTES
Os alimentos acidificantes são aqueles que, por produzirem fortes ácidos, vão sempre se utilizar das reservas alcalinas do organismo, sobretudo na ausência de enzimas próprias ao metabolismo do alimento, ou de reservas alcalinas oriundas de outros alimentos e/ou suplementos alcalinizantes.
Apesar dos alimentos protéicos serem os primeiros apontados como poderosos acidificantes, com exceção do painço, trigo sarraceno ou mourisco, amaranto, quinoa e dos grãos germinados, a maioria dos cereais, integrais ou não, também acidificam o organismo.
Generalizando, os protéicos nutrem a forma, enquanto os carboidratos complexos sob a forma dos cereais (cuja forma ainda não tenha sido desintegrada até a hora do seu preparo) e as sementes nutrem o sistema nervoso e a memória genética. Portanto, a questão que se impõe não é a de abandoná-los, mas de aprender a manipulá-los e escolhê-los segundo a compatibilidade (constituição, condição, atividade, localização geográfica, estação do ano etc.) de cada Ser, assim como de neutralizar essa acidez com frutas e vegetais, levando igualmente em consideração tudo que acaba de ser citado.
A acidez das leguminosas e cereais, por exemplo, é amenizada quando são deixados de molho em água a fermentar. No caso particular do arroz e trigo integrais é fundamental que a enzima fitase tenha tempo de ser induzida à ação e metabolize o ácido fítico, que se concentra na película externa, e é um dos maiores ladrões dos minerais alcalinos, ou seja, cálcio, zinco, ferro e magnésio.
A influência do meio ambiente não deve ser negligenciada, porque assim como os climas quentes e secos induzem a uma acidificação orgânica, os climas frios e úmidos alcalinizam. Essa é uma das razões mais importantes para que comamos as frutas e os vegetais da estação e adaptemos o modo de cozimento também à fenomenologia não só da estação como também do dia: frio ou quente; úmido ou seco; com muito vento ou sem brisa alguma, etc.
Nos climas quentes e secos, por exemplo, o organismo tende naturalmente a acidificar-se. Por isso, a predominância de alimentos alcalinos – mais aquosos, refrescantes e de digestão mais leve e rápida – colabora com a manutenção do equilíbrio homeostático do organismo. Assim, quem vive em zonas extremamente quentes e áridas, como o deserto, necessita cerca de 95% de alimentos alcalinizantes e mais aquosos.
Os climas frios e úmidos induzem à alcalinização natural do organismo. Assim, os alimentos mais ácidos, mais secos e de digestão mais lenta (como as oleaginosas, as sementes e as carnes) são os que melhor promoverão o seu aquecimento e o seu equilíbrio hídrico. Por isso, para os esquimós, a alimentação à base de carne de peixe gordurosa realmente é a dieta ideal.
O que não se pode nunca esquecer é que veneno é uma simples questão de quantidade e de incompatibilidade com o meio ambiente ou com a capacidade metabólica de cada individuo. Por isso, quando o meio ambiente se apresenta com muita turbulência, como no caso de ventanias, muita chuva, trovões etc., deve-se comer o menos possível, para que a energia necessária ao reequilíbrio homeostático não seja desviada para o processo da digestão, do contrário nenhum dos dois objetivos será satisfatoriamente alcançado.
Os laticínios obtidos com cuidados biológicos, e não pasteurizados, produzem cetonas e uréia, ácidos com fraco poder de acidificação. Esses mesmos laticínios, quando submetidos a um processo de lacto-fermentação natural (iogurte, coalhada…) tornam-se alcalinizantes.
Já laticínios produzidos por uma agropecuária que se utiliza de produtos químicos, ou que tenham sofrido pasteurização (eliminação das enzimas responsáveis pelo seu processo de decomposição natural), são altamente acidificantes e, portanto, poderosos promotores da osteoporose, das cáries, da artrite e de todas as mazelas que o acúmulo de lixo ácido no organismo é capaz de promover. Isso porque a pasteurização, além de destruir as enzimas, também destrói a vitamina C e a biovitalidade do alimento. Além do mais, modificando a estrutura das moléculas protéicas, a pasteurização torna esses alimentos totalmente indigestos.
Alimentos ricos em alcalóides, como café, chá e chocolate, também são ricos em purinas e, portanto, acidificantes. Diferentemente dos humanos, os animais carnívoros têm, por natureza, a enzima úrica que os protege da sobrecarga do ácido úrico, causa de tantos reumatismos gotosos, das litíases renais etc.
De modo semelhante ao açúcar, são igualmente acidificantes todas as gorduras e óleos: hidrogenados (cuidado com as margarinas ou qualquer outra gordura hidrogenada hoje embutida em todos os alimentos derivados da indústria alimentícia), refinados, sintéticos, todos os ?trans? e tudo que seja oposto aos óleos vegetais extra-virgens, resultantes da primeira extração a frio.
São também acidificantes todos os alimentos velhos ou que:
- Não concluíram o ciclo de maturação no próprio pé.
- Foram gerados por sementes manipuladas ou transgênicas.
- Oriundos de uma agricultura não biológica.
- Tenham tido suas moléculas estouradas pelo congelamento.
- Tenham sido desnaturados, artificialmente ?enriquecidos?, submetidos a irradiação, expostos a campos eletromagnéticos, etc. – em graus diferenciados.
ALIMENTOS ALCALINIZANTES
Para que um alimento seja considerado alcalinizante ele tem que ter uma boa quantidade de sais minerais e oligo-elementos alcalinos, e gerar ácidos orgânicos fracos.
Nossa fonte mais rica em sais minerais e oligo-elementos é o oceano. No final do século passado, ao mesmo tempo em que Pasteur descobria como matar os microorganismos patogênicos, René Quinton descobria que os nossos líquidos corpóreos, apesar de bastante mais diluídos, nada mais são do que uma réplica das águas oceânicas de biocenose e que enquanto assim se mantiverem, não há biótico patogênico que neles consiga sobreviver ou célula que não consiga se manter permanentemente jovem e vitalizada, como foi o caso da célula do embrião de galinha, mantida viva por 28 anos.
Só os alimentos que vêm do mar têm condição de aportar toda a gama de sais minerais necessários à manutenção da saúde dos nossos líquidos intra e extracelular, cuja importância já foi descrita. Assim, tanto o sal marinho natural (não confundir com o sal refinado, que não passa de puro cloreto de sódio iodado, uma aberração alcalina) como os sais de rocha (sedimentos marinhos), as algas marinhas e o plasma marinho, cuidadosamente extraído das águas ressurgentes nos vórtices dos oceânicos (igualmente rico em zooplânctons e fitoplânctons, além de micro cadeias de carbono que os estudiosos dizem ter o poder de ativar a memória do nosso DNA), são os alimentos mais completos em elementos alcalinos.
Se formos generalizar, as frutas, as verduras e os legumes seriam todos alimentos alcalinizantes, cujas duas maiores riquezas são: sais minerais já ionizados e moléculas vivas de água – na medida que sejam mantidos na sua forma original até a hora de serem preparados para consumo, já que a carga elétrica de suas moléculas depende do campo eletromagnético no qual se encontra inserido, e este depende da forma do alimento como campo gravitacional.
A saúde do corpo depende da higiene alimentar, pois é nos intestinos que a grande maioria das doenças floresce.
Bjos,Deus no comando sempre!!!!!!


sexta-feira, 21 de março de 2014

Dia 22 de março,Dia mundial da água!! Adote a água da saúde!!


Beneficíos Além do que imaginamos ou sabemos sobre a água alcalina!!!


Artigo de Revisão Água Alcalina

Doenças silenciosas são uma das principais causas de mortalidade globalmente, matando mais pessoas a cada ano do que todas as outras doenças combinadas. Hipertensão é um dos principais fatores de risco para doença cardiovascular, especialmente doença coronariana,AVC, insuficiência cardíaca e insuficiência renal. Embora as doenças silenciosas afetem desproporcionalmente adultos, a mesma e os seus fatores de risco estão ficando muito mais prevalentes na população pediátrica. As doenças silenciosas relacionadas à dieta podem demorar anos ou décadas para se manifestar e retardar o aparecimento destas doenças podem melhorar vidas e resultar em economia financeira importante. Muito do impacto social e humano causado a cada ano por morbidade e mortalidade relacionadas a doenças silenciosas poderiam ser evitados com intervenções bem conhecidas, com bom custo benefício e plausíveis.
Uma das intervenções propostas é estimular uma alimentação mais saudável, com frutas e vegetais, constituintes de uma dieta alcalina e, particularmente a ingesta de água alcalina reduzida, rica em magnésio e pobre em sódio. Existe uma expectativa que a água alcalina reduzida magnesiana previna e tenha efeitos positivos em doenças relacionadas a estresse oxidativo, como diabetes, aterosclerose, doenças neurodegenerativas.
O objetivo desta revisão é dar a base teórica científica do uso da água alcalina reduzida, magnesiana e pobre em sódio.
Importância do consumo de água
Em 2013 o American Journal of clinical Nutrition publicou um estudo de revisão sistemática conduzido na Alemanha que revisou 4963 artigos que evidenciou um efeito emagrecedor da água. Além disso, a promoção do consumo de  água em crianças com idade escolar previne o sobrepeso. Diversos estudos demonstraram que o consumo de líquidos contendo açúcar, tais como refrigerantes, energéticos e sucos engordam e estão relacionados a sobrepeso e obesidade. Portanto, o consumo de água no lugar destes líquidos contendo açúcar diminui a ingesta calórica total, o que leva ao emagrecimento. Além disso, pessoas que bebem água se sentem mais saciadas, o que diminui a sensação de fome e ocorre o aumento do metabolismo basal das pessoas que a consomem devido a um efeito termogênico da água.
Importância do pH Alcalino na dieta e na água. Mudança Histórica no Hábito Alimentar
Quando se trata de pH e carga ácida na dieta humana, houve uma mudança considerável da época em que a civilização humana caçava até o presente. Com a revolução na agricultura (nos últimos 10.000 anos) e ainda mais recentemente, com a industrialização (últimos 200 anos), houve uma diminuição no potássio (K) e magnésio (Mg), em comparação com o sódio (Na) e um aumento do cloreto em comparação ao bicarbonato encontrado na dieta. A razão de potássio para sódio(K/Na)inverteu. O que previamente era de 10 para 1, com  a dieta moderna mudou para uma proporção de 1 para 311 . A nossa dieta moderna é pobre em magnésio e potássio, bem como fibras e rica em gordura saturada, açúcares simples, sódio e cloreto em comparação com o período pré – agrícola. Isso resulta em uma dieta que possa induzir acidose metabólica, que é geneticamente incompatível com as nossas exigências nutricionais.  Com o envelhecimento, há uma perda gradual da função de regulação ácido-base renal e um consequente aumento da acidose metabólica induzida pela dieta moderna. Uma dieta pobre em carboidrato e rica em proteína com o seu aumento da carga ácida resultam em uma mudança muito pequena na química do sangue, e do pH, até em função dos mecanismos de buffer compensatórios. Por sua vez o cálcio urinário, ácido úrico não dissociado e fosfato aumentam nesta dieta. Isto resulta em um aumento do risco de cálculos renais.
Os alimentos podem ser classificados pelos potenciais de sua carga ácida renal (Prals).Frutas, legumes e bebidas alcalinas (água alcalina) apresentam uma carga ácida negativa. Entretanto, cereais, carnes, produtos lácteos, peixes e refrigerantes apresentam alta carga de ácidos.

Evidência Científica da Água Alcalina em ensaios clínicos em humanos
De acordo com um estudo de Saúde e Nutrição de 2007, existem 22,1 milhões de pessoas diabéticas no Japão, cerca de 1/6 de toda a população. Diabetes é preferencialmente classificada em 2 tipos: Diabetes tipo 1 (insulina dependente) e Diabetes tipo 2 (não insulino dependente causado por dano oxidativo nas célula beta pancreáticas devido ao ataque de células imunológicas). Diabetes tipo 2 é associado ao dano oxidativo da células musculares e adipócitas devido a estresse, hiperfagia e falta de exercício.
Um estudo clínico em humanos demonstrou que 45% de 411 pacientes com diabetes tipo 2 (idade média de 71,5 anos) que tomaram 2 litros de água reduzida diariamente por 6 dias apresentaram diminuição significativa da glicemia e hemoglobina glicosilada. Esta diminuição se manteve no longo prazo.  Além disso, o colesterol total, LDL e creatinina diminuíram significativamente, enquanto que HDL aumentou significativamente.
No Central Hospital in JilinCangchun, na China, foi realizado um estudo com 65 pacientes com diabetes e 50 pacientes com dislipidemia que tomaram 2 litros de água alcalina ionizada por 2 meses. Houve uma diminuição significativa da glicemia em 89% dos pacientes com diabetes. Além disso, houve diminuição significativa do triglicerídeo e colesterol total em 92% dos pacientes.
Foi realizado um estudo duplo cego na Universidade de Hiroshima, entre Novembro de 2008 e Setembro de 2009, com 100 pessoas que tomaram 2 litros de água alcalina diariamente. Foi encontrado melhora dos níveis de glicose, pressão arterial, colesterol total, LDL e melhora significativa nos níveis de leptina e melhora da constipação.
De janeiro de 1996 a janeiro de 1999 foi conduzido um estudo duplo cego sobre o efeito da água alcalina ionizada em pacientes com sintomas de azia, distensão abdominal, diarreia crônica e constipação. O número de pacientes no grupo da água alcalina ionizada foi de 84 e 79 no grupo de água purificada. Os pacientes tomavam por 2 semanas  água com pH de 9,5 ou água purificada. Demonstrou-se que no grupo da água alcalina houve uma melhora significativamente maior nos sintomas do que na água purificada. No grupo de diarreia crônica a melhora no grupo da água alcalina foi de 94,1% enquanto na água purificada foi de 64,7%.
Estudos clínicos sugerem que a água alcalina reduzida melhora o estresse oxidativo relacionado a doenças. Shirahata e Cols demonstraram que a água reduzida diminui os radicais livres e inibem o dano in vitro da lesão do Radical Livre no DNA.
A Acidose no Corpo Humano e sua relação com cálcio, magnésio, potássio e sódio
O cálcio nos nossos ossos na forma de fosfatos e carbonatos e o magnésio representam um grande reservatório alcalino em nosso corpo. Em resposta a uma carga ácida, como a dieta moderna estes sais são liberados na circulação sistêmica para elevar o pH para o sangue atingir sua homeostase.Tem sido estimado que a quantidade de cálcio perdida na urina com o consumo da dieta moderna ao longo do tempo poderia ser tão elevado como quase 480 gramas em 20 anos, ou quase a metade da massa de cálcio do esqueleto 23.
Outro elemento da dieta moderna é o excesso de sódio na dieta. Existem evidências de que em seres humanos saudáveis, o aumento de sódio na dieta pode prever o grau de acidose metabólica hiperclorêmica. Assim, há evidências de que existem efeitos adversos de cloreto de sódio no envelhecimento da população. Além disso, o excesso de sódio na dieta está relacionado com hipertensão e osteoporose.O excesso de proteína na dieta com carga renal ácida elevada pode diminuir a densidade óssea se não tamponado pela ingestão de suplementos, água ou alimentos que são alcalinos. No entanto, a ingesta adequada de proteína é necessária para a prevenção da osteoporose esarcopenia. Portanto, aumentar a ingesta de água alcalina e a quantidade de frutas e legumes são mais importantes do que reduzir a proteína.
À medida que envelhecemos, há uma perda de massa muscular, o que pode predispor às quedas e fraturas. Um estudo de três anos com uma dieta rica em potássio, tais como frutas e vegetais, bem como uma carga ácida reduzida, resultou na preservação da massa muscular em homens e mulheres mais velho. Condições como insuficiência renal crônica que resulta em acidose metabólica crônica, leva a degradação acelerada no músculo esquelético.
A correção da acidose pode preservar a massa muscular em condições onde a perda de massa muscular é comum, como cetose diabética, trauma , sepse, doença pulmonar obstrutiva crônica, e insuficiência renal.Em situações que resultam em acidose aguda, suplementando pacientes mais jovens com bicarbonato de sódio antes do exercício exaustivo resultou em significativamente menos acidose no sangue do que aqueles que não foram suplementados com bicarbonato de sódio.
Há muito tempo se sabe que as formas graves de acidose metabólica em crianças, tal como a acidose tubular renal, está associada com baixos níveis de hormônio de crescimento com resultante baixa estatura. A correção da acidose com bicarbonato ou citrato de potássio aumenta o hormônio do crescimento significativamente o que melhorou o crescimento. O uso suficiente de bicarbonato de potássio na dieta para neutralizar diariamente a carga ácida em mulheres na pós-menopausa resultou em um significativo aumento no hormônio do crescimento e osteo calcina. Melhorar os níveis de hormônio do crescimento pode melhorar a qualidade devida, reduzir os fatores de risco cardiovascular, melhorar a composição corporal e até mesmo melhorar a memória e cognição. Além disso,resulta em uma redução da perda de cálcio urinário equivalente a 5 % do teor de cálcio do osso ao longo de um período de três anos.
Há algumas evidências de que a dor lombar crônica melhora com a suplementação de minerais alcalinos. Com a suplementação houve um ligeiro, mas significativo aumento no pH do sangue e magnésio intracelular. Assegurar que há magnésio intracelular suficiente permite a adequada função de sistemas enzimáticos e também permite a ativação de vitamina D. Este por sua vez está relacionado com uma melhora dador lombar.

A importância do magnésio na Água
A reposição de magnésio na água é justificada, pois a sua biodisponibilidade diluído na água ao longo do dia é muito maior, quando comparado a doses maiores e menos frequentes.  Tanto a absorção como a retenção de magnésio no nosso organismo foi cerca de 50% maior quando a administração foi diluída ao longo do dia.
O magnésio é mais abundante em rochas que no solo.  O solo brasileiro é sabidamente pobre em rochas que contenham magnésio, mais comum em terras vulcânicas. Isto se reflete no lençol freático, o que reflete na ingestão de magnésio.
O magnésio é fundamental na estabilização da formação dos nucleotídeos para a estrutura helicoidal tridimensional do DNA, condição básica para a duplicação ou replicação da célula. Para transcrever o DNA através do RNA mensageiro e converter esta informação em uma sequência de aminoácidos (formação da proteína) também é fundamental a presença do magnésio.
Nos organismos complexos o magnésio se destaca pela potencialidade de ativar reações químicas em praticamente todos os metabolismos, tais como as de hidrólise, de gorduras, de proteínas, ácidos nucléicos, síntese de coenzimas, contração muscular e transferência de radicais metila. Estas reações perdem a eficiência caso o magnésio não esteja suprido no sistema vivo.
Além das enzimas acima citadas, vale lembrar a fosfatase alcalina, necessária a construção do esqueleto e as peptidases com função fracionadora de proteínas. O magnésio ativa cerca de 350 enzimas no organismo. O magnésio tem uma relação muito estreita com os outros minerais nutrientes, existentes em forma iônica no organismo (eletrólitos), tais como o sódio, potássio, cálcio, cujas bombas iônicas são magnésio dependentes. Portanto uma baixa de potássio (hipocalemia) pode ser secundária a baixa de magnésio (hipomagnesemia). O magnésio também exerce função como mensageiro, ou seja, transmite instruções dos hormônios para as membranas celulares para processar efeitos fisiológicos no interior da célula.
É consensual admitir que a entrada dos minerais pela água na cadeia alimentar seja a hipótese mais convincente para explicar a correlação com a mortalidade cardiovascular dos habitantes de áreas cujos solos têm composição geoquímica rica ou deficiente em magnésio.
É surpreendente a longevidade dos Hunzas, povo do Paquistão Ocidental, que exibe excelente estado de saúde, além do aumento da expectativa de vida em virtude do hábito de ingerir uma suspensão aquosa de minerais extraída de certas rochas. Esta bebida proporciona aos Hunzas reserva extra de minerais, com predominância de magnésio na sua provisão alimentar.
Estudos da correlação de certas doenças com os tipos de solos em que vivem as diversas populações do mundo têm apontado que os solos não lixiviados e não esgotados pela ação das chuvas que absorvem minerais, principalmente o magnésio provindo da decomposição das rochas ígneas ou metamórficas, corresponde às áreas de menor incidência de doenças cardio e cerebrovasculares. É evidente que o aspecto importante do estudo é a ênfase da entrada de minerais na cadeia alimentar humana, por meio da água, que eventualmente, pode corrigir carências do magnésio nas regiões de alta morbimortalidade cardiovascular.
Kobayashi foi o primeiro investigador a sugerir uma correlação entre o efeito protetor do magnésio em AVCs. Estudos na Finlândia evidenciaram que regiões de solo pobre em magnésio continham alta incidência de mortalidade cardiovascular, inclusive arritmias e morte súbita. Entretanto quando os finlandeses emigravam para outros países, acabavam alcançando uma expectativa de vida acima da média. Houve então uma recomendação da Saúde Pública Finlandesa de acrescentar potássio e magnésio no sal, o que teve um resultado surpreendente, revertendo consideravelmente o alto índice de doença cardiovascular no país.
Os estudos epidemiológicos da correlação do solo pobre e água doce escassa em magnésio abriram o cenário para a conscientização preventiva do problema, que não depende só da alimentação, mas envolve o meio ambiente e a composição geoquímica da água própria da região em que se vive.
Levando em conta estes estudos epidemiológicos, o Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA (National Research Council) recomenda a ingestão diária de 25 a 42 mEq, ou 300 a 500mg/dia de magnésio.
No tocante da medicina preventiva, Schroeder foi um dos principais autores a atribuir a carência de magnésio o risco de doenças crônicas graves, sobretudo a aterosclerose.
O processo de refinamento de alimentos elimina 80% do magnésio da farinha de trigo, 83% do arroz branco, 99% no açúcar refinado extraído do melado e 97% do amido refinado do milho51.
Repetidos levantamentos das taxas de magnésio da dieta ocidental apontam um déficit que tem sido correlacionado com a doença cardiovascular endêmica, também associada ao baixo teor de magnésio na água potável. No Brasil as doenças cardiovasculares e cerebrovasculares são endêmicas. Há correspondência desta alarmante estatística com a deficiência de magnésio em 90% do solo brasileiro, segundo estudos geoquímicos nacionais. Estudos de Velloso revelaram um nível muito baixo de magnésio na urina na grande maioria da população estudada nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.
Hábito alimentar com excesso de cálcio contribui para o déficit de magnésio. O excesso de gorduras e produtos açucarados são fatores que reduzem a absorção de magnésio. O frequente uso de bebidas alcoólicas também aumenta a perda urinária de magnésio.  O índice cálcio magnésio alimentar brasileiro pode variar de 5 a 9. Ao contrário, no Japão, cujo solo vulcânico é rico em magnésio, o índice Cálcio/magnésio é de 1,2, a prevalência de doença cardiovascular é muito menor, a ponto dos infartos serem algo incomum no país. É evidente a correlação entre a incidência de mortalidade por doenças cardiovasculares e a relação cálcio/magnésio na dieta de cada país. Vale ressaltar que a Finlândia, que apresentava a maior incidência de óbitos em 1977, reduziu consideravelmente esse índice com a mudança dos hábitos alimentares: adoção do sal composto com o magnésio.
Estes fatos apontam para a realidade de que o organismo humano, assim como uma planta, depende do meio ambiente em que vive, envolvendo o ar, o solo, a água e os componentes da cadeia alimentar.
A concentração de magnésio pode influenciar o fluxo sanguíneo, a pressão arterial e a reatividade vascular. O aumento de magnésio produz vasodilatação e, consequentemente, diminuição da pressão arterial e a falta de magnésio produz hipertensão e aumento da resistência vascular.
 Metabolismo do magnésio no Homem
Cerca de 60% do magnésio está nos ossos e 29% do magnésio está nos músculos. Apenas em torno de 1% está no tecido extracelular. Em face do magnésio sérico não representar 1% do magnésio total do organismo, a normalidade do magnésio no exame do soro pode coexistir com acentuado déficit de magnésio no organismo e não é o exame ideal para a avaliação clínica.
Cerca de 30% do magnésio do sangue está ligado a proteína e o restante constitui uma forma ionizada, que aparentemente exerce a função biológica.
Como a concentração maior de magnésio é intracelular, uma das formas de análise é o teor nas hemácias, que varia de 4,4 a 6 mEq/L.
A dieta ocidental é pobre em magnésio. Nos Estados Unidos o consumo de magnésio é de 240mg a 480mg/dia, sendo que no Brasil a ingestão é mais deficiente segundo Velloso.
A alta ingestão de alimentos refinados, a alta ingestão de gorduras e o excesso de sal e açúcar na alimentação, além de bebidas alcoólicas e principalmente refrigerantes do tipo cola, reduzem a absorção de magnésio.
O problema do solo brasileiro, pobre em magnésio, dificilmente poderá ser corrigido de forma adequada, de modo que os alimentos, tanto de origem vegetal, como animal, apresentam uma deficiência básica de magnésio. O ideal seria que a água mineral contivesse pelo menos 25mg/litro de magnésio, sendo que alguns autores defendem a concentração de 100mg/Litro de magnésio em regiões muito deficientes, como o Brasil. Nenhuma fonte de água mineral no Brasil apresenta sequer a concentração mínima de magnésio recomendada de 25mg/litro em função da composição geológica do solo brasileiro.
O homem paleolítico consumia cerca de 800 a 1500mg/dia de magnésio. A alta ingestão de magnésio correspondia à quantidade equivalente de cálcio cuja relação era de 1 cálcio para 1 magnésio.
O homem contemporâneo absorve de 5 a 15 vezes mais cálcio que magnésio, o que resulta em sérios problemas de saúde. Outro agravante é a relação sódio potássio. Enquanto o homem paleolítico ingeria 5 vezes mais potássio que sódio, o homem contemporâneo ingere 5x mais sódio que potássio.  É sabido que o homem paleolítico  não sofria de muitas doenças degenerativas, que são o flagelo do homem contemporâneo. Segundo publicação da Organização Mundial de Saúde de 200957, baixos níveis de magnésio estão associados à disfunção endotelial, aumento da resistência vascular, aumento da Proteína C Reativa e diminuição da sensibilidade à insulina. A deficiência crônica de magnésio está associada à hipertensão, doença coronariana, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.
Revisando a Fisiologia dos Minerais no Guyton & Hall (2011), apesar de semelhantes nas suas propriedades químicas, o Mg2+ e o Ca2+ tem funções biológicas opostas, que se completam.
O cálcio se situa no exterior celular, ao passo que o magnésio está predominantemente localizado no interior. O cálcio excita os nervos, enquanto o magnésio acalma a tensão nervosa. O cálcio junto com o potássio promove a contração muscular, enquanto o magnésio relaxa e descontrai a musculatura.
O cálcio é fundamental para o processo de coagulação sanguínea, enquanto o magnésio previne a coagulação intravascular, que pode representar um alto risco para o organismo.
O Cálcio é mais abundante no tecido ósseo, ao qual confere a dureza característica, ao passo que o magnésio se localiza nos tecidos moles. Entretanto, a matriz óssea encontrada no interior dos ossos contém proteína e magnésio, que proporciona aos ossos flexibilidade e resistência às fraturas.
A concentração do íon magnésio no interior celular é 10.000 vezes maior que a do íon cálcio em condições normais. Quando há queda de magnésio no interior da célula, os íons de cálcio penetram no interior celular provocando sérios distúrbios.
Um sério abalo no meio intracelular pode ocorrer quando o teor de cálcio aumenta e desencadeia uma reação, que põe a célula em estado de excessiva excitação.
A recomendação de cálcio para mulheres acima de 40 anos falha em um ponto crucial. Altos níveis de cálcio podem tornar os ossos mais frágeis e a ingestão de cálcio sem magnésio pode levar à deficiência adicional de magnésio.
Para gerar contração muscular, o cálcio que se localiza fora da célula (espaço extracelular), precisa entrar na célula através dos canais de cálcio. Após o cálcio precisa ser imediatamente removido, sob a pena de sérias alterações, tanto da função como da integridade celular. A remoção do cálcio é magnésio dependente.  O excesso de cálcio no interior das células da musculatura lisa da coronária pode gerar dor torácica, na artéria temporal superficial gera enxaqueca, no canal do colédoco, cólica biliar, no ureter, cólica renal e na musculatura lisa dos brônquios, asma. Para isto a indústria produziu vários antagonistas do canal de cálcio. Esqueceram que o magnésio é o antagonista natural do cálcio.
A deficiência de magnésio também pode causar distúrbios do ritmo cardíaco, alguns tipos de arritmias.
Schechter em 1999 comprovou que a suplementação com magnésio inibiu trombose plaqueta dependente. Em longo prazo, com excesso de cálcio as artérias enrijecem e desenvolvem a formação de placas em virtude do aumento de LDL. Isto acelera o dano do endotélio e pode formar trombo ou coágulo o que leva a infarto ou AVC.
Quando o magnésio está com bons níveis intracelulares.
- Tem ação antioxidante, protege as moléculas dos radicais livres;
- Ao nível enzimático há suficiente produção de ATP;
- No nível celular o balanço eletrolítico é mantido, com os ajustes dos íons cálcio, sódio, potássio e magnésio dentro dos parâmetros normais, sem haver calcinose (excesso de cálcio);
- No nível tissular: o sangue flui sem obstáculos e sem tendência à formação de coágulos;
- No nível orgânico: o magnésio promove o bombeamento do sangue, de forma contínua e regular, alternando a sístole e a diástole sem palpitações ou arritmias.

Conclusão
O consumo de água deve ser estimulado pela comunidade médica. O abuso de refrigerantes, líquidos adocicados, pobre em minerais e com pH extremamente baixo tem levado a sérios problemas de saúde.
O corpo humano tem uma incrível capacidade de manter um constante pH no sangue, com os principais mecanismos compensatórios sendo renal e respiratório.
O uso indiscriminado dos mecanismos compensatórios, através de uma constante dieta moderna ácida, leva a estimulação de osteoclastos e consumo da reserva mineral alcalina dos nossos ossos.
 Outro mecanismo para a dieta alcalina beneficiar a saúde óssea pode ser pelo aumento do hormônio do crescimento e consequente aumento da osteo calcina. Existe muita evidência de que a quantidade significativa de sódio em nossa dieta é prejudicial. Até mesmo alguns governos estão exigindo que a indústria alimentar reduza a carga de sódio na nossa dieta e água.
As dietas ricas em proteínas também podem afetar a saúde dos ossos, mas um pouco de proteína também é necessário para a boa saúde dos ossos. A perda de massa muscular, no entanto, parece ser reduzida com uma dieta alcalina.
Dietas alcalinas resultam em um pH mais alcalino da urina e poder e sultar em redução de cálcio na urina. Já há provas substanciais de que isso melhora a saúde óssea e protege contra a osteoporose. Além disso, as dietas alcalinas podem resultar em diversos benefícios para a saúde, como indicado abaixo:
(1) Aumento frutas e vegetais e uma água alcalina pode melhorar o consumo de potássio e magnésio e podem beneficiar a saúde óssea, reduzir a perda de massa muscular, bem como mitigar outras doenças crônicas, como hipertensão eAVC.
( 2) O aumento resultante em hormônio de crescimento, com uma dieta alcalina pode diminuir eventos cardiovasculares, além de ajudar para a memória e cognição.
( 3 ) Um aumento intracelular de magnésio, o qual é necessário para o funcionamento de muitos sistemas de enzimas, é outra vantagem da água alcalina magnesiana. O magnésio, que é necessário para ativar a vitamina D,resulta em numerosos benefícios adicionais.
A partir das evidências descritas acima, seria prudente considerar a realização de estudos mais aprofundados sobre água alcalina magnesiana para reduzir a morbidade e mortalidade de doenças crônicas que estão afligindo o envelhecimento da nossa população.
As doenças silenciosas relacionadas à dieta podem demorar anos ou décadas para se manifestar e retardar o aparecimento destas doenças podem melhorar vidas e resultar em economia financeira importante.
Neste momento, ainda são limitados os estudos científicos com água alcalina magnesiana reduzida e pobre em sódio, porém há grandes indícios preliminares com estudos em humanos que esta pode ser uma solução simples e barata e que pode ter um grande impacto ao nível de saúde pública.
Resumo:
Consumo de água está significativamente associada a:
- emagrecimento e prevenção de sobrepeso e obesidade em crianças.
Consumo de água alcalina reduzida em diabéticos está significativamente associada a:
- redução de glicose;
- redução de hemoglobina glicosilada;
- redução do colesterol total;
- redução de LDL;
- redução de triglicerídeos;
- aumento do HDL;
- melhora da pressão arterial;
- melhora níveis de leptina;
- melhora da constipação;.
- melhora da azia;
- melhora de diarreia crônica.
Estudos demonstram que a acidose em função da dieta moderna ou em função de doença está associada a:
- perda urinária de cálcio que pode chegar a 480 gramas em 20 anos ou quase a metade da massa de cálcio do esqueleto , e levar a osteoporose ;
- acidose metabólica crônica, leva a degradação acelerada no músculo esquelético;
Estudos demonstram que uma dieta com carga ácida baixa está associada e correção da acidose estão relacionados a:
- preservação da massa muscular em homens e mulheres mais velhos;
- melhora dos níveis de GH e osteo calcina;
- diminuição da perda urinária de cálcio;
Suplementação com Magnésio na água está associado a:
- melhora da dor lombar;
- ativação da Vitamina D ;
- fator de proteção para AVCs;
- diminuição de morte por doença cardiovascular;
- carência de magnésio está relacionada a aterosclerose;
- vasodilatação e diminuição da pressão arterial ;
- inibe trombose plaqueta dependente;
- ação antioxidante;
Segunda a Organização Mundial da Saúde (OMS) a deficiência de magnésio está associada a:
- disfunção endotelial;
- aumento de resistência vascular;
- aumento da Proteína C Reativa;
- diminuição da sensibilidade à insulina ;
- hipertensão;
- doença coronariana;
- diabetes tipo 2 ;
- síndrome metabólica;

- arritmia cardíaca ;